Da Minha Terra

Da Minha Terra

Mais do que apoiar a produção nacional, o projeto Da Minha Terra, promovido pelo Lidl, valoriza os sabores e o saber fazer de diferentes regiões deste nosso território, com tão rica cultura gastronómica.

A partir de 3 de maio, dezenas de produtores regionais de charcutaria, doces e bolos secos terão nas lojas Lidl, de norte a sul do país, um palco para brilhar, dando a conhecer os seus produtos e, com eles, as suas terras.

Os Produtores

Conheça a história de alguns desses produtores que, com mestria, tradição e inovação, fazem verdadeiras delícias capazes de enaltecer a nossa terra!

Casa Paixão

Casa Paixão

O nome do negócio não poderia ser mais apropriado. Em Serpa, Ana Paixão reproduz as receitas da sua avó que, na década de 70, viu na produção de bolos uma forma de ganhar a vida. Hoje, a neta lidera o negócio. É da pequena unidade de produção, instalada no coração da cidade, que saem as famosas Queijadas de Serpa e também as popias, entre outras delícias doces!

Monte do Ganhão

Monte do Ganhão

A queijaria Monte do Ganhão vai já na terceira geração, na mesma família. A sua história remonta a 1975 com a produção de queijo de vaca apenas para vender aos vizinhos e pessoas mais próximas. O negócio progrediu e passou para a segunda geração, que o fez crescer, desta feita com queijos de ovelha. O Monte do Ganhão controla todo o ciclo de produção, já que tem um numeroso rebanho de ovelhas de leite, que pastam livremente nos 200 hectares, propriedade da marca.

Melmequer

Melmequer

Em Vila de Frades, Miguel Lima é co-fundador da Melmequer, fazendo da apicultura modo de vida. Aprendeu a apreciar as abelhas com o pai e hoje produz mel com favo, de sabor suave e textura e viscosidade mais densa. “O nosso mel é o menos manipulado possível. Ou seja, ele é apenas extraído, filtrado e armazenado”, garante, com orgulho!

Dom Casel

Dom Casel

“Os nossos enchidos têm um sabor que remete às casas de aldeia, de lareira acesa, das gentes da nossa terra. Todos os produtos são confecionados segundo as receitas tradicionais e num processo de melhoria contínua”. Telma Santos refere-se aos enchidos da Dom Iguarias, negócio fundado pelos seus pais, na Sertã. Ainda hoje são feitos de forma artesanal, com cura tradicional em lenha de azinho.

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